{"id":1086,"date":"2011-01-05T15:54:14","date_gmt":"2011-01-05T17:54:14","guid":{"rendered":"https:\/\/www.atins.me\/?page_id=1086"},"modified":"2016-05-23T21:10:54","modified_gmt":"2016-05-24T00:10:54","slug":"o-parque-lencois-maranhenses","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.atins.me\/pt-br\/o-parque-lencois-maranhenses\/","title":{"rendered":"O parque Len\u00e7\u00f3is Maranhenses"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/www.atins.me\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/photo-01_Tony-Galvez_682x383.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone wp-image-8882 size-full\" src=\"https:\/\/www.atins.me\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/photo-01_Tony-Galvez_682x383.jpg\" alt=\"Len\u00e7\u00f3is Maranhenses\" width=\"682\" height=\"383\" srcset=\"https:\/\/www.atins.me\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/photo-01_Tony-Galvez_682x383.jpg 682w, https:\/\/www.atins.me\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/photo-01_Tony-Galvez_682x383-300x168.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 682px) 100vw, 682px\" \/><\/a><\/p>\n<h1>Deserto encantado<\/h1>\n<h2>Vento e chuvas esculpiram a paisagem dos Len\u00e7\u00f3is Maranhenses. Mas esse parque enfrenta problemas<\/h2>\n<p>No litoral do Maranh\u00e3o, no Nordeste do Brasil, as dunas t\u00eam formato de lua crescente e, vistas do c\u00e9u, lembram len\u00e7\u00f3is brancos expostos para secar sob o sol em tarde de ventania. \u00c9 uma terra m\u00e1gica, onde cardumes de peixes prateados nadam em lagoas que se formam depois das chuvas, pastores conduzem rebanhos de cabras sobre montanhas de areia branca, em caravanas b\u00edblicas, e pescadores saem para enfrentar o mar tempestuoso sob a orienta\u00e7\u00e3o das estrelas e de fantasmas de velhos naufr\u00e1gios.<\/p>\n<p>&#8220;A sensa\u00e7\u00e3o \u00e9 a de estar numa esp\u00e9cie de mundo paralelo, onde elementos distintos da natureza se encontram, com montanhas de areia e lagoas, rios e o\u00e1sis de vegeta\u00e7\u00e3o, tendo o mar como moldura ao fundo&#8221;, descreve a analista ambiental Carolina Alvite, ex-diretora do Parque Nacional dos Len\u00e7\u00f3is Maranhenses, uma \u00e1rea de 155 mil hectares demarcada em 1981 para proteger o ecossistema das dunas e a vegeta\u00e7\u00e3o de restinga no entorno. No cora\u00e7\u00e3o do deserto, aos olhos de forasteiros entorpecidos pelo verde ou azul intenso das lagoas, a sensa\u00e7\u00e3o \u00e9 a de que o mar das Bahamas ou das Maldivas foi, num passe de m\u00e1gica, transportado para o meio do Saara.<\/p>\n<p>Este \u00e9 um deserto onde as miragens s\u00e3o reais.<\/p>\n<p>H\u00e1 27 anos, o ge\u00f3grafo Ant\u00f4nio Cordeiro Feitosa, professor da Universidade Federal do Maranh\u00e3o, tenta entender a singular din\u00e2mica dos Len\u00e7\u00f3is Maranhenses, caminhando pelas areias com seus alunos, medindo a dire\u00e7\u00e3o e a velocidade do vento, a temperatura e a umidade do ar e da superf\u00edcie do solo. As dunas fixas mais antigas, descobriram os pesquisadores, foram formadas at\u00e9 12 mil anos atr\u00e1s, e nos contam hist\u00f3rias de oscila\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas em que per\u00edodos mais secos foram intercalados por outros mais \u00famidos. &#8220;Os Len\u00e7\u00f3is Maranhenses s\u00e3o, acima de tudo, um palco de processos sedimentares raros e intensos, pelos quais a paisagem \u00e9 transformada radicalmente por rigorosos ciclos sazonais&#8221;, conta Cordeiro.<\/p>\n<p>Todas as respostas v\u00eam da \u00e1gua. A pr\u00f3pria areia vem da \u00e1gua. A marcha de acontecimentos naturais que alimenta o cen\u00e1rio ins\u00f3lito come\u00e7a quase 100 quil\u00f4metros a leste, no delta do rio Parna\u00edba, cujo leito caudaloso carrega para o mar muita areia e argila desde o interior do continente &#8211; outros rios, como o Pregui\u00e7as, s\u00e3o coadjuvantes no mesmo trabalho. Essa massa de sedimentos \u00e9 depois empurrada por correntes marinhas que fluem no sentido leste-oeste, e a maior parte dela acaba depositada nos 70 quil\u00f4metros da orla dos Len\u00e7\u00f3is, na \u00e1rea do parque nacional. Aqui, assim como em uma vasta faixa de costa no norte do Brasil, as mar\u00e9s s\u00e3o altas, v\u00e3o a 7 ou 8 metros, e desenham praias muito largas e planas. Entra em a\u00e7\u00e3o a seguir um vento que sopra sem tr\u00e9gua na dire\u00e7\u00e3o nordeste, sobretudo na esta\u00e7\u00e3o seca, entre julho e dezembro, e se encarrega de conduzir a areia de volta ao interior por uma dist\u00e2ncia de quase 50 quil\u00f4metros, esculpindo dunas a perder de vista, cujas maiores podem alcan\u00e7ar 40 metros de altura. Grande parte delas \u00e9 de um tipo conhecido como barcana, em formato de meia-lua, em que a parte convexa \u00e9 sempre voltada para o vento.<\/p>\n<p>Seria um deserto t\u00edpico, arenoso e est\u00e9ril, de horizontes amplos e luzes ofuscantes, mas ent\u00e3o chove, e muito. A cada ano, entre janeiro e junho, a regi\u00e3o recebe cerca de 125 cent\u00edmetros de chuva, ao passo que, por defini\u00e7\u00e3o cient\u00edfica, desertos t\u00eam precipita\u00e7\u00f5es que n\u00e3o superam 25 cent\u00edmetros por ano. Um subsolo argiloso facilita a reten\u00e7\u00e3o da umidade e, em alguns lugares, o desenvolvimento de vegeta\u00e7\u00e3o perene &#8211; h\u00e1 dois o\u00e1sis habitados no interior dos Len\u00e7\u00f3is Maranhenses. Quando as areias ficam saturadas, liberam \u00e1gua para o len\u00e7ol fre\u00e1tico. Como a argila n\u00e3o permite a percola\u00e7\u00e3o da \u00e1gua para zonas mais profundas, a drenagem ocorre horizontalmente para aflorar em depress\u00f5es entre as dunas, formando as lagoas. Algumas t\u00eam mais de 90 metros de comprimento e at\u00e9 3 metros de profundidade. No in\u00edcio de julho, \u00e9poca em que est\u00e3o mais cheios, esses corpos d\u2019\u00e1gua chegam a interligar-se entre eles e com alguns rios que avan\u00e7am pelas dunas, como o Negro. Com isso, os peixes podem migrar para as lagoas, onde se alimentam de outros peixes ou de larvas de insetos depositadas na areia. Certas esp\u00e9cies, como a tra\u00edra, passam toda a esta\u00e7\u00e3o seca dormentes na lama, s\u00f3 despertando quando recome\u00e7am as chuvas. Na seca, com a evapora\u00e7\u00e3o causada pelo calor equatorial, a \u00e1gua pode baixar 1 metro por m\u00eas, at\u00e9 que a maioria das lagoas seca completamente, \u00e0 espera da volta das \u00e1guas. &#8220;Na verdade, pelos crit\u00e9rios t\u00e9cnicos mais rigorosos, os Len\u00e7\u00f3is Maranhenses n\u00e3o s\u00e3o uma regi\u00e3o des\u00e9rtica&#8221;, diz Cordeiro.<\/p>\n<p>Tal como as dunas e as lagoas, a gente dos Len\u00e7\u00f3is muda de acordo com a \u00e9poca do ano &#8211; al\u00e9m da popula\u00e7\u00e3o dos vilarejos existentes no entorno do campo de dunas, cerca de 90 homens, mulheres e crian\u00e7as vivem no interior do parque, nos o\u00e1sis de Queimada dos Britos e Baixa Grande. Na esta\u00e7\u00e3o seca, os nativos criam galinha, cabra e vaca; cultivam mandioca, feij\u00e3o e caju; e extraem a fibra de buriti e carna\u00faba, as palmeiras generosas que brotam nas margens dos alagados. Quando chegam as chuvas, a piscosidade das \u00e1guas aumenta, assim como o plantio se torna mais \u00e1rduo. Muitos partem para o litoral, onde vivem da pesca em cabanas improvisadas na praia deserta. Ali salgam e secam a carne do camarupim e de outras esp\u00e9cies para intermedi\u00e1rios que, depois, vendem o pescado nas cidades.<\/p>\n<p>O Instituto Chico Mendes de Conserva\u00e7\u00e3o da Biodiversidade, que administra os parques nacionais brasileiros, aplica atualmente uma pol\u00edtica de popula\u00e7\u00f5es tradicionais, uma tentativa de estabelecer di\u00e1logo e procurar solu\u00e7\u00f5es de interesse comum entre as prioridades dos parques nacionais e as pessoas que vivem dentro das \u00e1reas protegidas. &#8220;Os nativos s\u00e3o importantes, pois preservam um estilo de vida que tamb\u00e9m \u00e9 patrim\u00f4nio, mas \u00e9 preciso buscar um caminho que permita que esse modo de vida n\u00e3o ameace a biodiversidade local&#8221;, avalia Carolina Alvite.<\/p>\n<p>A maior amea\u00e7a aos Len\u00e7\u00f3is, de fato, vem de fora. Em 2002, foi pavimentada a estrada entre a capital do Maranh\u00e3o, S\u00e3o Lu\u00eds, e Barreirinhas, o principal acesso ao parque nacional, facilitando uma viagem que, de \u00f4nibus por uma via de terra ruim, podia durar dez horas. Tudo vem mudando muito r\u00e1pido desde ent\u00e3o. Em meados dos anos 1990, a cidade era uma escala singela para os forasteiros, que ali dispunham de acolhida cordial em pens\u00f5es familiares e gastavam dias explorando o Pregui\u00e7as, o rio de nome sugestivo que banha a cidade, ou vadiando pelas ruas sombreadas de mangueiras, antes de enfim se aventurar pelo campo de dunas. Barreirinhas era um lugar de raro calor humano. O asfalto, por\u00e9m, permitiu o afluxo cada vez maior de turistas, brasileiros e estrangeiros, e a rotina pacata acabou dando lugar ao com\u00e9rcio voraz, \u00e0 especula\u00e7\u00e3o imobili\u00e1ria e \u00e0 impessoalidade das rela\u00e7\u00f5es sociais. Atualmente, mais de 60 mil pessoas visitam a regi\u00e3o por ano &#8211; a tal ponto que o tr\u00e1fego de quadriciclos ou jipes pelas dunas come\u00e7a a preocupar os agentes do parque.<\/p>\n<p>&#8220;N\u00e3o \u00e9 permitido andar com esses ve\u00edculos nas dunas&#8221;, diz Carolina, que considera tais passeios uma amea\u00e7a aos ma\u00e7aricos e trinta-r\u00e9is migrat\u00f3rios, assim como \u00e0s aves que l\u00e1 nidificam. Em um esfor\u00e7o para promover um tipo de turismo sustent\u00e1vel, baseado em travessias pedestres de longo curso, ela organizou em 2009 uma caminhada na qual um grupo de ambientalistas percorreu 65 quil\u00f4metros, de uma ponta \u00e0 outra do parque, em busca de sinais de criaturas que vivem nas dunas, entre elas o tigre-d\u2019\u00e1gua brasileiro, o tatupeba e o gamb\u00e1-de-orelha-branca.<\/p>\n<p>Turistas ou moradores, todos se surpreendem com a beleza em constante muta\u00e7\u00e3o dos Len\u00e7\u00f3is Maranhenses. Manoel Brito, o falecido patriarca de Queimada dos Britos, mantinha um rebanho de 500 cabras, que vagavam pelo areal. Percorrendo as dunas com os animais, ele ficava maravilhado com a movimenta\u00e7\u00e3o eterna da paisagem. &#8220;Tudo aqui sempre parece igual&#8221;, me contou ele certa vez. &#8220;Mas todo dia, se a gente prestar aten\u00e7\u00e3o, d\u00e1 para ver que a areia mudou de lugar, aqui nos Len\u00e7\u00f3is Maranhenses. Deus criou essas montanhas brancas e fez com o que vento brincasse com elas sem parar.&#8221;<\/p>\n<p>No Maranh\u00e3o, decerto, nem tudo \u00e9 o que parece ser, e algumas miragens avan\u00e7am para al\u00e9m das areias, rumo ao imagin\u00e1rio da popula\u00e7\u00e3o. Em seu livro O Dono do Mar, um marco do realismo m\u00e1gico latino-americano na literatura brasileira, o ex-presidente Jos\u00e9 Sarney descreve a sorte dos pescadores de seu estado, habitantes de um mundo sombrio e desatinado, em que barcos saem para o mar em noite de tempestade e n\u00e3o voltam jamais, e os homens veem as mo\u00e7as virgens de suas vilas ser capturadas por monstros dos mangues, os piocos, que aparecem na orla, noite adentro, entoando cantigas de maldi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&#8220;As terras do Maranh\u00e3o, mais que quaisquer outras no Brasil, foram palco de um sincretismo profundo de crendices e religi\u00f5es de \u00edndios nativos, negros escravos e brancos europeus&#8221;, aponta o historiador Rosuel Lima-Pereira, nascido na cidade maranhense de Cod\u00f3 e professor no Departamento de Estudos Lusofonos da Universidade Michel de Montaigne, em Bordeaux, na Fran\u00e7a.<\/p>\n<p>Pelos igarap\u00e9s, ilhas, ba\u00edas e manguezais do litoral, as matas do interior ou as ruas de pedra e os casar\u00f5es do s\u00e9culo 17 da capital S\u00e3o Lu\u00eds, o Maranh\u00e3o \u00e9 o lar de uma gente submersa na espiritualidade, que aceitou o mist\u00e9rio como destino, vivendo de muitas maneiras sob a influ\u00eancia dos &#8220;encantados&#8221; &#8211; entidades mitol\u00f3gicas que aparecem em sonho ou s\u00e3o recebidas, em transes rituais, nos terreiros onde se praticam cultos religiosos pr\u00f3prios, de ber\u00e7o africano, como o tambor-de-mina e o terec\u00f4. Muitos deles derivam de personagens hist\u00f3ricos reais, caso do portugu\u00eas dom Sebasti\u00e3o, desaparecido durante a batalha de Alc\u00e1cer-Quibir, em agosto de 1578, no Marrocos. Para os maranhenses, o rei portugu\u00eas nunca morreu. Simplesmente se refugiou no quintal de suas casas &#8211; e, encantado, ressurge vez por outra para reafirmar a for\u00e7a m\u00edstica do sebastianismo.<\/p>\n<p>Sobre esses seres que transitam livremente entre o mundo dos vivos e o dos mortos, o povo maranhense sedimentou parte importante de sua cultura (o folclore do bumba meu boi, nascido no per\u00edodo colonial, pode homenagear um encantado), em uma esp\u00e9cie de manifesto libert\u00e1rio contra a opress\u00e3o da vida em uma das regi\u00f5es mais pobres do Brasil. &#8220;Os encantados fazem parte da identidade do Maranh\u00e3o&#8221;, completa Lima-Pereira, &#8220;porque ali sempre houve, e ainda h\u00e1, espa\u00e7o para o m\u00edstico, o divino.&#8221;<\/p>\n<p>Os encantados lembram a import\u00e2ncia da natureza, das esta\u00e7\u00f5es, do tempo dos homens e do tempo dos deuses. E, nos Len\u00e7\u00f3is Maranhenses, essas dimens\u00f5es parecem estar em comunh\u00e3o.<\/p>\n<p>Eu termino a minha viagem em um trecho ermo do parque nacional, uma paragem conhecida pelo nome de Espig\u00e3o, onde o rio Grande atravessa baixios de dunas antigas, beirando pomares de cajueiros repletos de flores perfumadas. Nesse ref\u00fagio, uma fam\u00edlia abrigou-se tempos atr\u00e1s em duas humildes casas cobertas com a palha do buriti. N\u00e3o h\u00e1 luz el\u00e9trica nem sinal de telefone celular ou qualquer \u00edcone que nos remeta \u00e0 civiliza\u00e7\u00e3o. Todos ali praticam o of\u00edcio de macerar a mandioca e torr\u00e1-la at\u00e9 virar farinha, o alimento primordial. N\u00e3o parecem muito simp\u00e1ticos a visitas de forasteiros, e labutam, umas dez pessoas ao todo, em sil\u00eancio de catedral. S\u00f3 abdicam da rotina austera para comer, descansar, pescar ou navegar pelo rio at\u00e9 a cidade mais pr\u00f3xima, Santo Amaro, onde costumam vender seu produto.<\/p>\n<p>H\u00e1 algo de sagrado no ar &#8211; uma emo\u00e7\u00e3o quase tang\u00edvel. A exist\u00eancia recupera o sentido da simplicidade, do suor e do trabalho que se tornam p\u00e3o. Este \u00e9 um deserto pr\u00f3digo em milagres, e as areias que se transformam em \u00e1gua e peixes s\u00e3o apenas um entre muitos deles.<\/p>\n<p><a title=\"Ronaldo Ribeiro\/National Geographic, 07\/2010\" href=\"http:\/\/viajeaqui.abril.com.br\/materias\/deserto-dunas-maranhao?pw=1\" target=\"_blank\">\u00a0\u00a9 Por Ronaldo Ribeiro\/National Geographic, 07\/2010<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Deserto encantado Vento e chuvas esculpiram a paisagem dos Len\u00e7\u00f3is Maranhenses. 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